Teste Menu 7

Clique e veja esse anúncio!

terça-feira, 6 de agosto de 2019

UFRN MONITORA: Município do RN, próximo da Paraíba, teve terremoto no sábado e registra histórico de tremores.

Segundo o Laboratório Sismológico da UFRN, o tremor em Taipu aconteceu às 20h41 do sábado, com magnitude 1.3 (Foto: Prefeitura de Taipu)
Antes mesmo do terremoto marítimo de magnitude 5.8 constatado a 1.200 km de João Pessoa, na noite do domingo (4), houve um tremor de terra em Taipu, município do Rio Grande do Norte, na noite do sábado (3). Taipu fica distante 239 km de João Pessoa, via trânsito por rodovia, e há 207 km de Guarabira, no Brejo da Paraíba, e há 172 km de Araruna, no Agreste paraibano.


Segundo o Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o tremor em Taipu aconteceu às 20h41 do sábado, com magnitude 1.3. "Esse evento foi registrado por algumas estações sismográficas pertencentes à Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) operadas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte."

Ainda segundo o laboratório, a "atual atividade sísmica em Taipu vem se manifestando desde algum tempo na área a nordeste da cidade, sendo que, no passado, alguns sismos foram sentidos nessa região. É interessante notar, pela imagem acima, que essa atividade sísmica não está diretamente relacionada nem com o sismo de 2010 nem com a Falha de Samambaia. Vamos aguardar a evolução da mesma e, se possível, tentar instalar uma rede local para acompanhar a evolução."


No domingo, um tremor foi registrado entre o Brasil e a África, distante 740 km da ilha brasileira de Fernando de Noronha, e 1.200 km de João Pessoa. O fato foi noticiado e assustou moradores do Nordeste, pois foi mencionado o risco de tsunami atingir a região. Contudo, essa informação foi descartada pelo próprio Laboratório Sismológico da UFRN.

"Eventos sísmicos nessa região são comuns, pois trata-se de uma zona de borda de placas tectônicas. O hipocentro teve sua profundidade estimada em 10 km de profundidade e a movimentação da falha foi do tipo sem rejeito (deslocamento) vertical. Eventos com esse tipo de movimentação não têm potencial de gerar tsunamis. De qualquer maneira, é de vital importância o monitoramento desta região", explicou o laboratório.

Fonte: ClickPB

Nenhum comentário:

Postar um comentário